Vão passando as horas e os dias de um acontecimento que marcará a história global. Vão surgindo e sendo obtidos detalhes da ação na qual sequestraram o presidente de um país e sua esposa. Desde então, milhões são os gritos que exigem sua liberdade. E essas vozes não se calarão enquanto Nicolás Maduro e Cilia Flores não voltarem para casa.
Mas como foi o momento em que os levaram? O que aconteceu realmente naqueles minutos em que os soldados do império executavam a ignomínia?
Pude obter uma informação que marca essa história, que é, antes de tudo, uma história de amor.
“Eles iam levá-lo, e ela não permitiu: exigiu ir junto ao líder, seu esposo, seu companheiro.”
Em meio a uma das maiores violações de todos os direitos, impôs-se a força de seu amor e de sua convicção.
Horas depois, os vimos chegar, na condição de sequestrados, aos EUA.
Ele “brinca”, dirige-se a ela, diz estar ferido. Estão ali e estão juntos porque assim o impôs a força dessa relação construída nas mais duras provas. A Venezuela os reclama. As vozes justas não se apagarão.





