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Nicolás Maduro e Cilia Flores em 2013. (Foto: Joka Madruga / Flickr)

“Exigiu ir junto”: a escolha de Cilia Flores de permanecer com Maduro durante sequestro

Relatos descrevem decisão da primeira-dama de também ser raptada pelos EUA para seguir ao lado de Maduro: um ato de amor e convicção

Patricia Villegas
Diálogos do Sul Global
Caracas

Tradução:

Tradução: Ana Corbisier

Vão passando as horas e os dias de um acontecimento que marcará a história global. Vão surgindo e sendo obtidos detalhes da ação na qual sequestraram o presidente de um país e sua esposa. Desde então, milhões são os gritos que exigem sua liberdade. E essas vozes não se calarão enquanto Nicolás Maduro e Cilia Flores não voltarem para casa.

Mas como foi o momento em que os levaram? O que aconteceu realmente naqueles minutos em que os soldados do império executavam a ignomínia?

Pude obter uma informação que marca essa história, que é, antes de tudo, uma história de amor.

“Eles iam levá-lo, e ela não permitiu: exigiu ir junto ao líder, seu esposo, seu companheiro.”

Em meio a uma das maiores violações de todos os direitos, impôs-se a força de seu amor e de sua convicção.

Horas depois, os vimos chegar, na condição de sequestrados, aos EUA.

Ele “brinca”, dirige-se a ela, diz estar ferido. Estão ali e estão juntos porque assim o impôs a força dessa relação construída nas mais duras provas. A Venezuela os reclama. As vozes justas não se apagarão.


As opiniões expressas neste artigo não refletem, necessariamente, a opinião da Diálogos do Sul Global.

Patricia Villegas Jornalista e diretora de notícias da TeleSUR.

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