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Direita de Macri não pode evitar que argentinos recuperassem a memória

Recordação e verdade, não é uma frase, mas uma necessidade. Sabes para que? Para que nunca mais voltem

Cícero

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Buenos Aires (Argentina)

Houve eleições na Argentina. As pessoas se expressaram, a democracia permitiu. O único que à direita de Macri não pode evitar foi que os argentinos recuperassem a memória.

A ajuda para recuperá-la foi 5 milhões de novos pobres, 110 bilhões de dólares fugidos pelos amigos do poder, perseguição judicial em uma Guerra Híbrida Sem Quartel declarada pela direita vernácula através de seus juízes cúmplices, fome de 50% das crianças menores de 15 anos com má nutrição.

Os adultos mais velhos condenados a uma vida de privações e a vegetar como se fossem uma carga para a sociedade, que se lembra deles assaltando o fundo de sustentabilidade e deixando-os sem um sustento financeiros que lhe teria permitido transitar por este difícil momento com o mínimo, quer dizer, com a possibilidade de acesso aos remédios, a uma alimentação saudável, a poder pagar as tarifas usurárias das empresas de Macri e seus amigos. 

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Cristina Kirchner e Alberto Fernández

Se até aqui não entendestes eu te digo:  O ódio gerado por Macri e a direita vernácula e estrangeira que tratou de seguir crescendo na fissura aberta por egoísmos e representação social. Tal como dizia Galeano: As Veias Abertas da América Latina. Aqui o suor e o sangue dos mais humildes corre por essa fissura. 

Memória e verdade, não é uma frase, mas uma necessidade. Sabes para que? Para que nunca mais voltem.

Se não a sociedade tornará a pôr em marcha um novo suicídio anunciado. Isso é o neoliberalismo. 

Não percamos a memória. Militemos e trabalhemos, ocupemos os espaços de poder, ninguém nos deu nada de presente.

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