CUT chilena assume chamado à greve geral feminista e rechaça violações durante protestos

“Hoje em dia, todas as mulheres temos que dar um sinal de unidade. A todas nos afeta o que está acontecendo, por isso temos que ter um sentido de unidade”

A central unitária de trabalhadores do Chile (CUT) maior agrupamento sindical do país expressou seu respaldo à greve geral convocada para 9 de março pelas organizações de mulheres. 

A Vice-presidenta da Mulher e Igualdade de Gênero da CUT, Julia Requena, declarou que o recente Congresso Nacional da central operária acordou por unanimidade participar ativamente, aprovar e assumir o chamado à greve geral em conjunto com a Coordenadoria 8 de Março

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A Vice-presidenta da Mulher e Igualdade de Gênero da CUT, Julia Requena

A esse respeito expressou que “Hoje em dia, todas as mulheres temos que dar um sinal de unidade. A todas nos afeta o que está acontecendo, por isso temos que ter um sentido de unidade”. 

Essa vice-presidência organizou também um calendário de atividades para a primeira semana de março, com ênfase no rechaço à impunidade das violações aos direitos humanos de mulheres, meninas e adolescentes durante os protestos sociais. 

Nesta comemoração, temos que denunciar com muita força todos aqueles atos de violência e violação dos direitos humanos, sublinhou Requena.

O cronograma compreende atividades e mobilizações todos os dias desde a segunda-feira, 2 à sexta-feira, 6 de março, com marchas aos ministérios de Educação, Trabalho e Previsão Social e da Mulher, e encerramento com uma Assembleia Geral de Mulheres Trabalhadoras na sede da CUT.


*Prensa Latina, especial para Diálogos do Sul — Direitos reservados.

**Tradução: Beatriz Cannabrava


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