Charge Junião

Caso Bebianno: As milícias e o tal "foro íntimo" do Presidente Jair Bolsonaro

As denúncias sobre o “laranjal do PSL” teriam sido apenas uma “boa oportunidade” para efetivar uma ação que já teria sido “decidida” pelo clã

Marv@da C@rne

Rio Claro (SP) (Brasil)

Várias fontes com grande credibilidade apontam declarações do ex-ministro Gustavo Bebianno sobre os grupos de milicianos que atuam no Rio de Janeiro como o verdadeiro motivo que determinou sua fritura e demissão pelo presidente Jair Bolsonaro, o Capitão Zero Zero. 

Segundo estas fontes, apoiadas pelo noticiário sobre o tema, as declarações de Bebianno sobre a atuação de milícias na administração do Hospital de Bonsucesso, localizado na zona norte da cidade do Rio de Janeiro (RJ), teriam sido a “gota d'´água” que teria provocado a decisão do Capitão de demiti-lo.

Como é de conhecimento público, todo o clã Bolsonaro desde muito tempo apoia, defende e, inclusive, emprega e presta homenagens a policiais e ex-policias com inequívoca e comprovada atuação nas milícias que aterrorizam a população do Rio de Janeiro.

Neste contexto, as declarações e promessas de Bebianno de que o Governo iria “atacar” a ação das milícias relacionadas à área de saúde, teriam gerado uma espécie de consenso no clã acerca da necessidade de afastá-lo do governo.

Assim, as denúncias sobre o “laranjal do PSL” teriam sido apenas uma “boa oportunidade” para efetivar uma ação que já teria sido “decidida” pelo clã.

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"Vamos atacar a área da saúde, começando pelos hospitais com gestão federal no Rio de Janeiro"

Confira a seguir o noticiário sobre as declarações de Bebiano sobre as milícias: 

Bebianno diz que há fortes indícios de atuação de milícias no Hospital de Bonsucesso

“Vamos atacar a área da saúde”

Gustavo Bebianno, em entrevista ao Estadão, disse que uma das primeiras tarefas do governo será retomar os hospitais federais do Rio de Janeiro do controle dos milicianos:

“Em curto prazo, vamos atacar a área da saúde, começando pelos hospitais com gestão federal no Rio de Janeiro, que é uma caixa de ressonância importante para o Brasil. O que fizermos no Rio será paradigma para o Brasil (…)".

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