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“Projeto Future-se põe em xeque a soberania nacional“, diz vice-presidenta da UNE

Em resposta aos cortes na educação, dia 13 de agosto, estudantes irão às ruas para exigir direito à educação

Mariane Barbosa

Diálogos do Sul Diálogos do Sul

São Paulo (SP) (Brasil)

Em entrevista à TV Diálogos do Sul, Élida Elena, estudante de História da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e vice-presidenta da União dos Estudantes (UNE), fala sobre as lutas e os desafios que os estudantes têm enfrentado no governo Bolsonaro, com os ataques constantes às universidades do país.

Élida explica a importância da organização estudantil, que possui mais de 80 anos de história, e esclarece que a juventude brasileira sempre protagonizou momentos políticos como o que vivemos hoje. “Desde as eleições de 2018, vínhamos denunciando quais eram os projetos políticos que estavam sendo colocados nas candidaturas”, ressalta.

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No dia 13 de agosto, estudantes, professores e trabalhadores de todas as capitais brasileiras, irão se mobilizar em protesto ao governo

Integrante do movimento Levante Popular da Juventude há seis anos, a nova vice-presidenta da União dos Estudantes, eleita no 57º congresso da UNE (Conune) em 14 de julho, denuncia que as ações do novo governo atingem não só os brasileiros, mas todos os povos latino-americanos: “renovam-se as ofensivas ao nosso continente no sentido de explorar as nossas riquezas, para levar para outros países e explorar os trabalhadores do nosso país”.

Em resposta aos ataques e cortes na educação, dia 13 de agosto, os estudantes universitários em conjunto com os professores e trabalhadores de todas as capitais brasileiras, irão se mobilizar em protesto ao governo Bolsonaro.

“A educação é também um processo de disputa política importante na sociedade. Quando se acirra essas contradições, a elite dominante precisa de ferramentas de controle”, explica a vice-presidenta se referindo a programas como o “Future-se”, “Escola Sem Partido”, a reforma do ensino médio e os ataques em diferentes níveis educacionais através de cortes expressivos do ministério da educação.

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