A asfixia petrolífera contra Cuba decretada pela administração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afeta a vida cotidiana de toda a ilha. Não há canto da pátria de José Martí onde suas consequências não se façam sentir. A política de pressão máxima prejudica toda a população. Afeta tudo: alimentação, saúde, geração elétrica, atividades produtivas e transporte.
Mas, apesar do dano infligido e de toda a dor provocada, há uma grande resistência no povo cubano. Para quem desconhece sua história, sua resiliência pode parecer desconcertante. Não é. Trata-se de uma nação inteira que vive e respira no ritmo e em sincronia com a Numância do ano 133 antes de Cristo.



























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