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Invasão do Capitólio: entenda como evento abalou democracia dos EUA diante do mundo

Ato é investigado e serve de alerta para Brasil, que em 2022 passa por eleições presidenciais e deve enfrentar ataques de Bolsonaro ao processo eleitoral
Guilherme Ribeiro
Diálogos do Sul Global
Barretos

Tradução:

Nesta quinta-feira (5), completa um ano desde que apoiadores de Donald Trump, então presidente dos Estados Unidos, invadiram o Capitólio, em Washington DC. 

O ato buscava impedir a certificação dos votos da eleição presidencial, uma formalidade estadunidense que confirmaria a vitória de Joe Biden. 

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Momentos antes daquilo que se tornou um grande confronto entre civis e policiais dentro e fora do Congresso dos Estados Unidos, Trump discursou a milhares de seguidores alegando fraude no processo eleitoral e que não aceitaria a derrota.

Autoridades ainda investigam a invasão e buscam apontar os responsáveis, as motivações e os financiadores.

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Além de Donald Trump, que incitou a rebeldia dos seus apoiadores e nada fez para tentar freá-los, são também investigados nomes como Steve Bannon e Mark Meadows, respectivamente ex-estrategista e ex-chefe de Gabinete de Trump.

 

Ato é investigado e serve de alerta para Brasil, que em 2022 passa por eleições presidenciais e deve enfrentar ataques de Bolsonaro ao processo eleitoral

Diálogos do Sul
Jacob Chansley, Donald Trump, Joe Biden, invasão do Capitólio

A invasão do Capitólio deixou cinco mortos e dezenas de feridos e entrou para a história dos EUA por mostrar a fragilidade da democracia americana, autoproclamada e vista por muitas como indestrutível. Relembre no nosso fio estas e outras informações sobre o episódio:


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As opiniões expressas neste artigo não refletem, necessariamente, a opinião da Diálogos do Sul Global.

Guilherme Ribeiro Jornalista graduado pela Unesp, estudante de Banco de Dados pela Fatec e colaborador na Revista Diálogos do Sul Global. Mais conteúdos em guilhermeribeiroportfolio.com

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