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3 mil soldados: Biden prepara EUA para ‘guerra terrestre’ contra Rússia, diz Robert Kennedy Jr.

Esta não é a primeira vez que as políticas do governo estadunidense em relação à Ucrânia são criticadas
Redação Sputnik Brasil
Sputnik Brasil
Moscou

Tradução:

A decisão de Joe Biden, presidente dos EUA, de enviar tropas adicionais para a Europa tem como objetivo a preparação para uma guerra terrestre com a Rússia, advertiu na sexta-feira (14) o candidato democrata à presidência Robert F. Kennedy Jr..

O presidente Biden acaba de convocar 3.000 reservistas para aumentar as tropas dos EUA na Europa como parte da Operação Atlantic Resolve. Quero que as pessoas entendam o motivo dessa mobilização de tropas. Trata-se de preparação para uma guerra terrestre com a Rússia.

A ação prevê o envio rotativo de forças dos EUA prontas para o combate para a Europa em resposta à operação militar especial da Rússia na Ucrânia.

Esta não é a primeira vez que as políticas do governo estadunidense em relação à Ucrânia são criticadas

Joseph Prezioso
O candidato democrata à presidência Robert F. Kennedy Jr

Atualmente, há cerca de 100.000 soldados americanos em todo o continente europeu.

Esta não é a primeira vez que as políticas do governo Biden em relação à Ucrânia são criticadas pela oposição. O ex-presidente e candidato republicano à presidência, Donald Trump, também acusou Washington de ter provocado uma “escalada imprudente” no Leste Europeu.

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“A decisão de Joe Biden de mobilizar as forças de reserva prova que sua escalada imprudente na Ucrânia está sobrecarregando as Forças Armadas dos EUA até o ponto de um desastre. Agora vemos que as fileiras estão escasseando de tal maneira que as tropas de reserva estão sendo forçadas a apoiar a política calamitosa de Biden na Europa, enquanto nossas próprias fronteiras permanecem sem defesa”, comunicou Trump na sexta-feira (14).

O magnata também alertou que Biden poderia levar os EUA à “Terceira Guerra Mundial” com suas grandes remessas de armas para os militares ucranianos, uma ação que, segundo Moscou, contribui para a escalada das tensões.

Redação Sputnik News


As opiniões expressas nesse artigo não refletem, necessariamente, a opinião da Diálogos do Sul

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