Governo venezuelano desmente que militares tenham queimado caminhão com alimentos

Testemunhas afirmaram que grupos violentos da oposição venezuelana incendiaram os caminhões com bombas Molotov e tentaram culpar a Guarda Nacional Bolivariana

Telesur

Caracas (Venezuela)

O governo venezuelano anunciou, na noite deste sábado (23), mais um caso de mentira com relação ao conflito vivenciado nas regiões de fronteira com Brasil e Colômbia. Desta vez, foi atribuída às Forças Armadas Bolivarianas da Venezuela a queima de um caminhão com suposta ajuda humanitária na cidade colombiana de Cúcuta.

A ação, de acordo com o comunicado, tem como objetivo justificar uma intervenção estrangeira na Venezuela.

Dois caminhões, dos quatro que continham conteúdos da "ajuda humanitária" e que tinham como objetivo entrar na Venezuela, foram queimados na fronteira.

"Essas fotos revelam os verdadeiros responsáveis pela queima das três gôndolas na fronteira de Venezuela e Colômbia. Estas fotos desmentem as notícias sobre a autoria da Guarda Nacional Bolivariana", escreveu a presidenta da TeleSUR, Patricial Villegas.

Testemunhas afirmaram que grupos violentos da oposição venezuelana incendiaram os caminhões com bombas Molotov e tentaram culpar a Guarda Nacional Bolivariana (GNB) e a Polícia Nacional Bolivariana (PNB).

 Nas redes sociais, meios de comunicação colombianos e internacionais difundiram a versão de que os caminhões foram incendiados por uma "bomba lacrimogênea" da GNB, que não é incendiária.

"Eles mesmo queimaram sua 'ajuda humanitária' e agora estão roubando o carregamento que tinha na gôndola, aí cai outra vez sua farsa. Não poderão conosco" (José T. Tabares A.). 

*Traduzido por Diálogos do Sul

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