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Bolsonaro é denunciado por crime de incitação ao genocídio dos povos indígenas

A acusação foi assinada pelo grupo de advogados Defensores Coletivos dos Direitos Humanos (CADHu) e da Comissão Arns

Brasília, 28 de novembro (Prensa Latina) Duas entidades brasileiras de direitos humanos denunciaram o presidente Jair Bolsonaro perante o Tribunal Penal Internacional (TPI), com sede na Holanda, por incitação ao genocídio dos povos indígenas, revela o jornal Folha de São Paulo

A denúncia mostra as assinaturas do grupo de advogados Defensores Coletivos dos Direitos Humanos (CADHu) e da Comissão Arns, formada por personalidades do mundo político, juristas, acadêmicos, intelectuais, jornalistas e ativistas sociais, presididos pela socióloga Margarida Genevois.
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Composto por representantes de vários países, o ICP processa indivíduos acusados de crimes contra a humanidade, genocídio, entre outros.

O documento também indica a prática de crimes contra a humanidade e declarações de Bolsonaro que estimulam a violência contra comunidades nativas com medidas tomadas pelo governo, como o enfraquecimento da inspeção de áreas demarcadas na Amazônia, onde 29,5% de desmatamento e extração de madeira.

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'Aqui não encontramos uma maneira eficiente' para reclamações. 'À medida que vamos para o (TPI), esperamos estimular as forças internas do Brasil a investigar essas questões', diz o presidente da Comissão de Arns, ex-ministro José Carlos Dias, segundo informações da coluna da jornalista Monica Bergamo, na Edição de quinta-feira da Folha de São Paulo.

Composto por representantes de vários países, o ICP processa indivíduos acusados de crimes contra a humanidade, genocídio, crimes de guerra e agressão.

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Ao receber a denúncia contra Bolsonaro, o tribunal abrirá consultas para decidir se existem elementos suficientes para iniciar uma investigação.


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