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Candidata da esquerda à presidência do Peru é alvo de guerra suja dos meios de comunicação, diz deputado

Paulo Cannabrava Filho

Tradução:

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Manuel Dammert e Paulo Cannabrava| Foto: Vanessa Martina Silva

Redação
Após a exclusão de dois candidatos da disputa eleitoral para a presidência do Peru, o país viveu momentos de incerteza devido ao fato de que Keiko Fujimori, que lidera as pesquisas de intenção de voto, também poderia estar fora da corrida por supostas irregularidades na distribuição de dinheiro e “presentes” aos eleitores em período eleitoral.
Na última semana, no entanto, a Justiça eleitoral do país decidiu que a filha do ex-ditador Alberto Fujimori não cometeu nenhum ilícito e, portanto, está apta a disputar o pleito.
Diante do conturbado processo, a candidata da esquerdista Frente Ampla, Verónika Mendoza, desponta com chances de ir para um possível segundo turno, onde disputaria com Keiko a cadeira presidencial. Os meios de comunicação, no entanto, atuam contra sua postulação, como afirma o deputado da Frente Ampla Manuel Dammert.
Em conversa com o editor da Revista Diálogos do Sul, Paulo Cannabrava Filho, Dammert, que concorre à reeleição, sendo o número dois na chapa da coligação formada por diversos partidos de esquerda, falou sobre o cenário pré-eleitoral e a “guerra suja” dos meios de comunicação contra Verónika. Confira:


As opiniões expressas neste artigo não refletem, necessariamente, a opinião da Diálogos do Sul do Global.
Paulo Cannabrava Filho Iniciou a carreira como repórter no jornal O Tempo, em 1957. Quatro anos depois, integrou a primeira equipe de correspondentes da Agência Prensa Latina. Hoje dirige a revista eletrônica Diálogos do Sul, inspirada no projeto Cadernos do Terceiro Mundo.

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