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Dívida histórica: países ricos devem financiar desenvolvimento da África, diz Egito

Abdel Fattah El-Sisi apontou que continente foi deixado para trás e agora precisa de ajuda para enfrentar mudança climática e produzir energia renovável

Redação Prensa Latina
Prensa Latina
Cairo

Tradução:

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O presidente egípcio Abdel Fattah El-Sisi disse hoje (14) que o colonialismo é a principal causa do atraso social e econômico da África e pediu às potências ocidentais que contribuam para o desenvolvimento do continente.

“A África por razões históricas sempre foi deixada para trás (…) e por isso não é razoável que continue a pagar o preço”, disse ele na abertura da Conferência e Exposição Internacional do Petróleo do Egito (EGYPS 2022).

“Portanto, exortamos as nações mais ricas a fornecer apoio financeiro aos países africanos para enfrentar a mudança climática e estender o período de transição para cumprir os compromissos de energia renovável”, enfatizou ele.

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O Chefe de Estado declarou ainda que o custo para atender a esses planos é substancial e que a África não pode arcar com tais despesas, além de lembrar que metade da população do continente vive sem eletricidade.

Abdel Fattah El-Sisi apontou que continente foi deixado para trás e agora precisa de ajuda para enfrentar mudança climática e produzir energia renovável

Hildenbrand /MSC – Wikimedia Commons (2019)
Abdel Fattah El-Sisi lembrou que metade da população do continente africano vive sem eletricidade

Mais de 10 ministros do setor, assim como representantes de alto escalão de numerosos países estão participando do evento, considerado o maior de seu tipo no Norte da África e no Mediterrâneo.

Delegações da Organização dos Países Exportadores de Petróleo, da Agência Internacional de Energia, do Fórum do Gás do Mediterrâneo Oriental, da União para o Mediterrâneo e da Organização dos Produtores Africanos de Petróleo, entre outras instituições regionais e globais, também estão presentes.

Redação Prensa Latina — Direitos reservados.


As opiniões expressas nesse artigo não refletem, necessariamente, a opinião da Diálogos do Sul

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