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Empresas chinesas deixam os Estados Unidos para trás na corrida pela telefonia 5G

Com o anúncio da ZTE, as empresas da China se consolidam na vanguarda do desenvolvimento e implementação de 5G
Redação Prensa Latina
Prensa Latina
Pequim

Tradução:

Outra companhia chinesa, a empresa ZTE, somou-se nesta segunda-feira (5) à venda de telefones inteligentes equipados com a rede de quinta geração (5G), uma tecnologia destinada a revolucionar o panorama atual das telecomunicações.

O produtor chinês anunciou nesta segunda-feira a saída ao mercado do ZTE Axon 10 Pro 5G seu primeiro smartphone compatível com essa rede móvel, a de maior velocidade de conexão.

ZTE se une assim à gigante das telecomunicações Huawei, que no fim do mês passado apresentou seu primeiro terminal com 5G, o Mate 20 X.

Com o anúncio da ZTE, as empresas da China se consolidam na vanguarda do desenvolvimento e implementação de 5G

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A empresa ZTE, somou-se nesta segunda-feira (5) à venda de telefones inteligentes equipados com a rede de quinta geração (5G

Com o anúncio da ZTE, as empresas da China se consolidam na vanguarda do desenvolvimento e implementação de 5G, um processo em que o gigante asiático leva mais de dois anos de vantagem às firmas ocidentais.

O primeiro telefone inteligente com a tecnologia 5G do mundo foi apresentado há vários meses pela companhia sul-coreana Samsung Electronics quando anunciou a venda do Galaxy S10. 

A rede sem fio ultrarrápida é motivo de uma forte campanha dos Estados Unidos contra a China, focada em frear os passos agigantados que a Huawei dá no desenvolvimento dessa tecnologia.

Na corrida pelo 5G com Beijing, Washington tratou de estimular os aliados a lutar contra a Huawei e chegou a colocar a empresa e suas filiais em uma lista negra que lhe impede comprar e vender seus produtos a sócios estadunidenses.

Segundo especialistas, a 5G permitirá a conexão quase instantânea nos celulares, ou seja, 20 vezes mais rápida que com a geração anterior e assim os usuários poderão baixar filmes em menos de um segundo.

Estimativas mundiais auguram que para 2035 essa tecnologia gerará 3,5 bilhões de dólares de lucro e 22 milhões de empregos em todo o planeta.

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As opiniões expressas neste artigo não refletem, necessariamente, a opinião da Diálogos do Sul do Global.
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