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Familícia do Bananistão: a fábula do esquema político-criminal-policial no Rio de Fevereiro

Esta é uma obra de ficção. Qualquer semelhança com nomes ou pessoas terá sido mera coincidência
Bruno Beaklini
Diálogos do Sul
São Paulo

Tradução:

Esta é uma trama macabra. Fábula de horror tropical, tão “real” como os livros de Luiz Eduardo Soares – a Elite da Tropa 1 e 2 – ou os filmes que o hoje, diretor de comédia, José Padilha, (Tropa de Elite 1 e 2) também rodou. José Padilha fez uma tele comédia fantasiosa e patética, a série O Mecanismo 1 e 2, “livremente inspirado” na Republiqueta de Curitiba e na Liga da Injustiça.

As palavras que seguem estão mais próximas de serem “livremente inspiradas” na triste realidade do estado do Rio de Fevereiro e da República do Bananistão, do que nas obras acima citadas. Tudo se trata de ficção, embora eu afirme perigosamente que a Terra continua Redonda e que o Sol não gira em torno dela, tal e qual a soma da matemática, 1 + 1 = 2. 

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Alguém, de fato, ouviu o murmúrio do físico Galileu Galilei, em 22 de junho de 1633, quando para escapar da Inquisição, renega o óbvio e afirma o fantasioso? Escapa da fogueira e reafirma sua convicção. Esse artigo segue dizendo: Galileu tinha razão. 

O eixo central é o nexo político-policial-criminal que ocorre e se desenvolve no Rio de Fevereiro, polêmica, ensandecida e, ainda, relevante unidade federativa e governo estadual sub-nacional da República do Bananistão. Tal eixo se cruza com a trajetória política do clã dos Bostonada, que também atende pela alcunha de Familícia.

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Esta tem como patriarca Bessias Bostonada, o ex-major do Exército Bananeiro – reformado por sinal, da arma da cavalaria, embora tenha feito curso de paraquedista e escapado das missões no interior, arrumando um curso de educação física na capital do estado – o pilar da carreira dos machinhos alfa. O tal Bessias fraquejou quatro vezes, botando no mundo a quatro machistas imbecis, tendo em sua quinta filha uma adorável menina. Os três filhos mais velhos do ex-major adentraram na carreira política, a mesma do papai.

Bessias Bostonada foi vereador, depois deputado federal de sete mandatos e, através de um tal de Zap Zap, com mamadeiras indecentes, acabou sendo eleito presidente na maior crise política do Bananistão do século XXI. Fez o filho mais velho, o 01, “Fúlvio Laranjinha”, também conhecido como “Treme Treme” (porque costuma ter síncopes em debates televisivos) um deputado estadual de seguidos mandatos na famigerada ALERF, a mal afamada Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Fevereiro.

Depois, com o segundo filho, o 02, a esteira da desgraça familiar continua, com o muito mal resolvido “Carluxo Bostonada”, também conhecido como “Chuveiro Dourado” (o rapaz tem uns hábitos que não costuma reivindicar, mas Freud explica).

O 03 é “Leonardo Bostonado”, que atende pela alcunha de “Bananinha” (talvez pela sua pose de mariola ridículo), saiu deputado federal pela terra da garoa, eleito e reeleito. Na carona do papai, o Laranjinha virou senador, ainda operando como puxador de votos para um ex-juiz com pose de fascistoide, o igualmente nefasto “Nilson Pixel”. Então aliados, hoje desafetos.

A desgraça familiar continua, com o muito mal resolvido “Carluxo Bostonada”, também conhecido como “Chuveiro Dourado” (o rapaz tem uns hábitos que não costuma reivindicar, mas Freud explica). E por fim o 04, ainda fora da carreira política, o “Bosto Kid” é o “pegador” do condomínio onde mora a Familícia, no Varandas da Marra. 

A trama em particular desenvolve, se enrola e não desenrola, através da larga atuação do Laranjinha como deputado estadual. Ali, em seu gabinete, estavam alocados personagens e parentes de um mundo sinistro. 

Esta é uma obra de ficção. Qualquer semelhança com nomes ou pessoas terá sido mera coincidência

O Poderoso Chefão / Divulgação
Bessias, chefe da Familícia do Bananistão

Da Banda Podre para as “milícias”: Banda Podre, Playboy e Intervenção Federal

Na eleição geral de 1998, o estado do Rio de Fevereiro viveu mais um momento de conflito interno na área da segurança pública. No período anterior, de 1995 a 1998, o território do estado passou por tudo, incluindo uma intervenção federal, sucessora da presença de forças federais em grande evento no ano de 1992, conferência da ONU para o meio ambiente.

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Na ocasião, a cidade do Rio e arredores foi demarcada em zonas vermelhas – muito perigosas – laranja – de mediano perigo – e verdes –  onde não havia perigo, mas apenas moradores deveriam circular. Nos bairros mais ricos, segundo a tecnologia da época, residentes eram orientados a portar contas de luz ou água, provando “que ali moravam”. Já para os moradores de comunidades de favela, a solução do Exército do Bananistão foi apontar um canhão de blindado, um tanque à frente da maior das comunidades vizinha de bairros ricos. 

No governo seguinte, com debandada geral dos seguidores do antigo caudilho desgarrado do pago da Província de São Pedro e já radicado na beira da praia desde que voltou do exílio, o inferno estava posto. Em nível federal, da hiperinflação se passou para a estabilidade monetária, mas amputando as possibilidades de auto-financiamento dos estados da União. No plano estadual, no Rio de Fevereiro, a Operação Rio II fecha 1994 estabelece a segunda intervenção federal na antiga capital da república e do Império Luso-Bananeiro. Após as eleições gerais de 1994, com o Bananistão tetracampeão do mundo, o governo “fevereirense” esta transição de mandato com decadência “ampla, geral e irrestrita” – incluindo a criminalização da pobreza na praia e na areia, escandalizado os banhistas e as TVs com os “arrastões”. 

Não seria tarefa simples controlar a PM do estado e para tal, a Secretaria de Segurança Pública é entregue a um ex-repressor da guerra interna contra a incipiente guerrilha contra a ditadura militar, secundado por um delegado reformador,  da geração de “sangue novo constitucionalista”, por sinal  social-democrata assumido, e eleitor e depois exercendo mandato pela ex-esquerda. Na comparação do Bananistão com o Brasil, foi nesse período que o diretor de comédias televisivas José Padilha rodou o Tropa de Elite 1. Para ter uma ideia do  tamanho do problema, a famosa Divisão Anti Sequestro começou a solucionar todos os casos,  justo porque o super delegado “Xerife da Estrela Solitária” foi comandar a Divisão e ordenou: “ninguém sequestra mais”. E os cativeiros começaram a ser estourados um depois do outro. 

No segundo governo do ex-caudilho e no que o sucedeu, seu ex-prefeito da capital do Rio de Fevereiro, a PMERF tinha um notório grupo de extermínio, Jumentos Velozes, no 109º BPM de Arrocha no Miranda. Pelas reorganizações das unidades, essa tradição veio a ser do  144º BPM, a Unidade do Terror. Ambos os batalhões se cruzam com a história da Familicia dos Bostonadas, o primeiro com o papai valentão, pois quando foi assaltado pilotando uma moto e armado, teria recorrido “aos amigos dos mais amigos” do 109º BPMERF e a partir daí parece que ninguém sabe e ninguém viu. No ato de reagir, o valente major reformado congelou –  o que é normal -, mas no momento de “correr atrás”, chamou a força dos Jumentos e passaram geral. Esses Jumentos teriam promovido a chacina de Vigário General, sendo antecedida pela da Igreja da Mãe da Candelária e de 11 jovens filhos de Mães de Acari, no centro da capital. Dezenas de moradores da cidade e arredores perderam a vida para esse grupo de extermínio diretamente influenciado pelo então ainda deputado estadual e ex-coronel da BMERF, Leonir Laranjada. Dentre estes, o autor desta fábula em sua versão real e concreta também perdeu um amigo para um desses criminosos de farda azul em seu turno de folga, “tirando serviço” na Região dos Lagos.

O paralelo ao 109º BPM na década de ’90 é a ação do 144º BPMERF na segunda década do século XXI. Assim como as unidades tenebrosas – Jumentos Velozes e Unidade do Terror -, o  modelo de acumulação  primitiva de cobrar tributos da economia ilegal – o famoso arrego semanal mais os extras sobre o narcotráfico – e a “boa convivência” com a bicheirada foi mudando. Houve mais uma tentativa de “reformar” a polícia, dessa vez com um antropólogo e literato, um ex- eurocomunista, desses que acredita piamente na democracia burguesa e no “aprimoramento das instituições”. 

Quando a ex-esquerda chegou ao Planalto Real, a capital do Bananistão, o próprio foi levado à condição de Secretário nacional de Segurança Pública, e propôs novamente a reforma policial com carreira única e ciclo completo. O queimaram de novo, mas sem ameaça de vida. No Rio de Fevereiro, no governo do Marotinho, a “nova polícia” começou com fôlego e terminou sendo caracterizada pelo assertivo intelectual de “banda podre”. Novamente era para juntar óleo e água. O professor reformador era o 02 de um ex-repressor, Josenias Quintanal, coronel da BPMERF, mas que havia atuado na repressão política, incluindo acusações de tortura a presos políticos. Em março de 2000, o Marotinho demite o ex-eurocomunista pela TV, justo pelo fato da denúncia da banda podre. Daí em diante, um breve exílio salva a sua vida e de seus familiares.

O reformador civil não foi o primeiro, antes nos idos de 1983, uma geração de coronéis da PMERF com interesses em direitos humanos e sociais, estudiosos de psicologia social, tentaram mexer nas entranhas da instituição. O que mais longe chegou foi Antonino Magnaldo de Oliveira. Terminou assassinado em circunstância muito mal explicada, quando já estava na reserva, e cujo caso foi enterrado pelo então secretário Josenias e com o silêncio cúmplice do “reformador”. Enfim, ali é difícil mesmo, como afirmou o diretor de comédias: “o sistema é F. parceiro”.

O século XXI trouxe uma “novidade”, ocorrendo com o Bananistão algo semelhante aos eventos de profissionalização e complexidade empresarial no mundo real, na vizinha Colômbia, com as Autodefesas Unidas de Colômbia (AUC). Passaram a dominar territórios (vendendo o colégio eleitoral da comunidade como porteira fechada), redes de negócios com ampla penetração social (como gato na TV a cabo, distribuição de gás, Vans de cooperativas de transporte para áreas sem transporte público concedido) e também na tributação para taxa de segurança (sobre todo e qualquer comércio na área). A próxima complexidade para os paramilitares ferreirenses seria o controle de rotas para roubo de cargas, aluguel de espaços para “bocas de fumo” incluindo tele entregas e os “empreendimentos imobiliários”. Algo semelhante ocorrera no México, quando uma unidade de elite binacional –  mexicana com o GAFE e guatemalteca com  os Kaibiles – composta por reservistas formou a última companhia, a Z. Los Zetas passaram de escolta a cartel e depois foram dizimados na guerra do norte. No Rio de Fevereiro, além de não sofrerem derrota alguma, o paramilitarismo policial cometeu um crime na memória histórica, ao incorporar a designação de “milícias”.  

Nos governos da Banda Podre assumida, com Josenias Quintanal à frente e Marotinho no Palácio das Laranjadas, assim como já na sucessão de Roseirinha (a “conja” de Marotinho segundo o dicionário luso-entreguista do juiz Marreco da Vaza Jato), a podridão aumentou. No período, a chefia de Polícia Civil ficou a cargo de um delegado muito esquisito. Málvaro Lains, ex-oficial da PMERF (saiu como capitão e teria feito curso de operações especiais), entrou na Acadepol com mandado de segurança e Josenias o promoveu. Acabou na famigerada ALERF e preso pelos federais. De biografia “inspiradora”, seu legado serve para roteiros de obras policiais.

Como tudo no Rio de Fevereiro é “complicado”, um playboy parasita foi eleito governador de estado em 2006, reeleito em 2010 e ainda indica o sucessor, o Mão Grande, para o Palácio das Laranjadas. A farra acaba com todo mundo em cana, o estado sob intervenção das forças federais do Bananistão e depois prende o suposto “Mão Grande”, que realmente estava “difícil” de ser identificado pela Força Tarefa da Vaza Jato. O inútil Serégio Cabranal Filho até era filho de poeta, e se dizia uma pessoa “simples”, torcedor do Gigante da Colina, mas pessoa de estranhos hábitos, como festas de guardanapos na testa em plena capital da Gália. 

O parasita era poderoso, chegando a indicar dois juízes para o Supremo Estamento Bananeiro. Dizem que um deles, metido a casca grossa e faixa preta não sei que grau (mas de verdade a faixa dele, não a que o Bessias ganhou do seu Bobson), teria beijado os pés da primeira dama fevereirense depois que ele, Lulu Fufu, fora indicado para Supremo Bananeiro pelo leva e traz poderoso do Cabranal Filho. Como tem eleitor à beça no Rio de Fevereiro, a ex-esquerda se aliou ao inútil no governo estadual, baixando linha e tudo do Estalinho Zezé, o super capa preta da social-democracia, botando a aliança com o playboy goela abaixo do diretório estadual. Na reeleição o vale tudo pela tal da governabilidade ainda pegou, mas na eleição do Mão Grande já era cada um por  si. Já era porque a lambança estava feita, com todas as legendas de centro-esquerda do estado se sujando, caindo de cabeça na vala, sem pudor, abrindo mão de quase tudo para fazer quase nada. E ainda sair queimada.

Os dois governos do playboy foram, em sua grande maioria, geridos na pasta da segurança por um delegado federal que vinha da Província de São Pedro.  Antes, por breves meses, outro federal, que se aventura na carreira política e que havia sido braço direito do Josefino Carcamano, ex-candidato à Presidência do Bananistão por duas vezes (2002 e 2010), foi titular da pasta maldita, o Marcelino Itagybara. Mas, a marca da insegurança pública do Playboy e do Mão Grande foi com o Marianelo Beltramiro. Com fama de honesto, de repente entrou e saiu limpo, mas foi no mínimo conivente com a chocadeira de veneno que estava sendo gerida nas entranhas, no bolo fecal do “sangue azul”.

Fúlvio Laranjinha: deputado amigo dos amigos 

É neste período que entra no circuito político o filho 01 do Bessias, o Fúlvio Laranjinha, como deputado estadual na amaldiçoada ALERF. No governo da Roseirinha ele entra na carreira política, pegando carona no nome do papai, ainda em 2002. Chega ao mandato de legislador estadual no período concomitante, como no do Ex-Sindicalista, à frente do Bananistão. O Fúlvio, repetindo a retórica do pai, vê esquerda em tudo, mesmo quando esta sequer está presente. Fúlvio foi reeleito quando do primeiro governo Playboy no Rio de Fevereiro e seguiu no mesmo embalo (2006, 2010 e 2014) vindo a ser senador em 2018, quando o Bostonada pega carona na crise política e se torna o presidente do Bananistão. 

Do período auge do Playboy, com direito a discurso elogioso do Laranjinha, a Banda Podre “evolui”, sendo uma empresa arrojada, distribuída em redes de terceirizações, num processo de “inovação empresarial” à  altura do novo milênio. Toda a lenga lenga ridícula neoliberal é um pastiche da realidade, mas opera como texto legitimador. Já não era possível ignorar as denúncias e milagrosamente a ALERF bancou uma CPI das Milícias, sob a coordenação de mais um reformista convicto, como o antropólogo que queria reformar a polícia. Apesar de discordar de seu sistema de crenças e do “estrelismo” vindouro, investigar a Banda Podre já como paramilitarismo policial foi um ato de coragem e fundamental para revelar aquilo que a nata da gema fingia não ver. 

Entre fevereiro de 2007 e o segundo semestre de 2008, a CPI das “Milícias” trabalhou fundo na investigação do bolo fecal do paramilitarismo policial no estado do Rio de Fevereiro. O domínio territorial se consolida em 2004 e entra em conflito, por retaliação, com a maior das facções de redes de quadrilhas do varejo do narcotráfico, a Falange Rubra. Curiosamente, quase a totalidade das instalações permanentes de policiamento em comunidades se deu em áreas desta facção, a FR. A partir dos anos 2000, alguns servidores da segurança pública começaram a se organizar para expulsar o tráfico de áreas onde residiam. A maior delas, quando fecharam o relatório da CPI, a Religa da Injustiça, de Big Field, faturava limpo e sem tributação cerca de R$ 2 milhões à época (muito dinheiro para o período). Outra fonte de renda e “necessidade de botar ordem na coisa”, é a presença de vans e cooperativas de transporte alternativo, ilegais embora muito necessárias, no Rio de Fevereiro, novamente com ênfase na Zona Oeste. Não era exclusivo dos parapoliciais gerir ou tributar o negócio, mas a ordem do transito e a fiscalização mais interna, além de conter as brigas, serviu como porta de entrada de parapoliciais. 

A cobrança da ordem territorial e de novos loteamentos em comunidades seria outra forma de desenvolvimento das empresas de parapoliciais. De tão conhecida tal prática, até virou novela na Rede Bobo (de 2007 para 2008), tendo um galã das antigas interpretado um personagem livremente inspirado em líder comunitário semelhante. A comunidade da Porteirinha foi a fábula para a Rio das Pedradas, espaço principal da trama do folhetim televisivo. O reconhecimento da emissora nave mãe no Bananistão, contando inclusive com o aval novelístico da Famiglia dos Narinhos, vai ao encontro da sofisticação de domínio. 

Ao lado dos matadores e de pilotos – feras das ruas esburacadas em Vans, carros sem amortecedores ou motos rápidas –  o coração da economia parapolicial está na capacidade administrativa, na ação de contadores e analistas de dados. A bandidagem de azul em dia de folga montou uma complexa cadeia de valor, há uma, de fato,  economia política do paramilitarismo policial. Da “porteira fechada” para dentro e na trama entre territórios e formas de lavagem e multiplicação de ativos e de capitais. Nesta seara entra o papel de gabinetes parlamentares, dentre eles destaca-se a simbiótica relação entre o núcleo familiar dos Bostonadas, com a facção da bandidagem que já vestiu azul, com o hoje finado Capitão Mariano da Óbrega e seu 02, o sempre presente em meganha e ex-soldado, Cabrício Queinoz. Ao longo do mandato estadual do 01 dos rebentos do Bessias a coisa avançou,  os ovos chocaram e as serpentes desfiaram seus venenos.

Veremos estas façanhas nos próximos textos. 

Bruno Lima Rocha, colaborador da Diálogos do Sul


As opiniões expressas nesse artigo não refletem, necessariamente, a opinião da Diálogos do Sul

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As opiniões expressas neste artigo não refletem, necessariamente, a opinião da Diálogos do Sul do Global.
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