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Fernando Morais relata excelência no tratamento que recebeu para Covid em Cuba

O jornalista ressalta que em alguns casos, os números são mais eloquentes que os argumentos; Confira:
Fernando Morais
Nocaute
São Paulo (SP)

Tradução:

Nada do que fizemos ou viermos a fazer por Cuba e pela Revolução Cubana retribuirá, nem minimamente, o zelo científico e o carinho com que fomos tratados pelos profissionais de saúde ao sermos identificados como positivos para o Covid-19. Sei que não falo apenas por mim, mas por todo o grupo que acompanhou o ex-presidente Lula na viagem de trabalho que fizemos àquele país entre dezembro e janeiro.

Estamos todos curados, negativos, sem sequelas e cada um de novo em suas atividades.  

Mas como outra epidemia grassa pelo Brasil, a do anticomunismo, não faltará quem diga que recebemos tratamento privilegiado, já que o grupo era encabeçado por um ex-presidente da República. É o mesmo pessoal que dizia que a Revolução Cubana ia evaporar depois do fim da União Soviética.

O jornalista ressalta que em alguns casos, os números são mais eloquentes que os argumentos; Confira:

Arquivo Histórico
Viva Cuba!

Eu poderia consumir alguns parágrafos para explicar que o tratamento recebido por nós é exatamente o mesmo que é oferecido a qualquer um dos onze milhões de cubanos. Mas, em alguns casos, os números são mais eloquentes que os argumentos.

Sugiro uma vista olhos nos gráficos abaixo, que foram publicados não no Granma, nem no Juventud Rebelde, mas na revista digital DomTotal, da Escola Superior Dom Helder Câmara, em Minas. São dados da OMS que comparam o desempenho de Cuba, na guerra ao Covid, com os do Brasil, da América Latina e  mundo como um todo.

Longa, muito longa vida à Revolução Cubana!

Fernando Moraes é jornalista e escritor. Texto reproduzido do Facebook.


As opiniões expressas nesse artigo não refletem, necessariamente, a opinião da Diálogos do Sul

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Fernando Morais

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