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Hermano Penna – Índios, Memória de Uma CPI

João Baptista Pimentel Neto

Tradução:

penna1Um cearense meio baiano, meio paulista. Brasileiro. Bom amigo e conselheiro. Cineasta e Cineclubista. Assim é Hermano Penna. Mi Hermano. Gente da melhor qualidade. De coração e alma grande. Militante e comprometido com muitas causas. Ambientais, culturais e políticas. Documentarista da melhor qualidade. Amigo dos índios.

Índios, Memória de Uma CPI


Cearense, nascido em 1945, passou a juventude na Bahia, mas em meados dos anos 60 mudou-se para Brasília e, em seguida, para São Paulo, onde começou a trabalhar como assistente de direção em O profeta da fome (1969), de Maurice Capovilla, e como assistente de câmera, em Gamal, o delírio do sexo (1970), de João Batista de Andrade. Entre a metade dos anos 70 e o início dos 80, dirigiu documentários para o programa de televisão Globo Repórter, como A mulher no cangaço (1976) e África, mundo novo (1977). Com seu primeiro longa-metragem, Sargento Getúlio (1983), foi premiado como melhor diretor no Festival de Locarno, Suiça, e melhor filme em Gramado.


As opiniões expressas neste artigo não refletem, necessariamente, a opinião da Diálogos do Sul Global.

João Baptista Pimentel Neto Jornalista e editor da Diálogos Do Sul.

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