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Maduro tem 55% das intenções de voto na Venezuela, aponta pesquisa de opinião

Revista Diálogos do Sul

Tradução:

américaO presidente da Venezuela e candidato à reeleição, Nicolás Maduro, conta com o apoio da maioria dos venezuelanos para ganhar as eleições previstas para 22 de abril, como indica uma nova pesquisa feita pela empresa Hinterlaces.

Por TeleSUR
Os resultados do levantamento publicado neste domingo (18) mostram que 55% dos venezuelanos preferem Maduro a um membro da oposição para resolver os problemas do país.
Sobre isso, o diretor da empresa, Óscar Schémel, disse que este apoio evidencia que o povo venezuelano considera que as possibilidades para o desenvolvimento, bem-estar, prosperidade, eficiência e conciliação nacional serão atingirão através da reeleição do atual presidente.
Também argumentou que existe uma identificação das classes mais baixas com o chefe de Governo. “Há uma identificação de classe, e Nicolás Maduro é visto como sendo mais próximo do que qualquer outro concorrente”, disse. Já os opositores são considerados “longínquos, diferentes e, inclusive, uma ameaça ao modelo de inclusão e à possibilidade de seguir progredindo, diante do protagonismo alcançado nos últimos tempos”.
Outra razão pelas quais os venezuelanos elegeriam Maduro nas eleições é que as pessoas reconhecem nele suas capacidades para falar e enfrentar os problemas que afligem todos os setores da sociedade, acrescentou Schémel.
Para ele, Maduro “tem um discurso coerente, que reconhece os problemas, que reconhece os setores populares, se coloca como protetor e alimenta a fé de que juntos se pode mais e se pode resolver as questões do país”.
Maduro, com 55 anos, foi presidente interino após a morte do ex-presidente venezuelano Hugo Chávez em 2013 e depois foi eleito, com pouco mais do 50% dos votos, para dirigir o país bolivariano no período compreendido entre 2013 e 2019. Durante todo seu mandato tem enfrentado confrontos com a oposição, que conta com a ajuda de Estados Unidos e outros países. Políticos opositores já adiantam que não vão reconhecer o resultado das próximas eleições.


As opiniões expressas neste artigo não refletem, necessariamente, a opinião da Diálogos do Sul do Global.
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