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Seis filmes para entender melhor o processo do golpe civil-militar na ditadura de 1964

Uma variedade abordagens cinematográficas que permitem compreender um pouco o Brasil pós-Revolução de 1930, que nos levou ao golpe de 1964

Osvaldo Bertolino
O Outro Lado da Notícia
São Paulo (SP)

Tradução:

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A Comissão Nacional da Verdade atuou, entre 2012 e 2014, para desvendar os dados e informações perdidos no tempo, visto que em 1979 a Lei da Anistia havia perdoado todos os considerados criminosos pelos Atos Institucionais, permitindo o retorno a vida político-partidária dos anistiados, mas também perdoando os crimes realizados por membros das forças armadas durante o regime militar. 

Os dados encontrados pela CNV foram os seguintes: 377 agentes militares atuaram na repressão, que resultou em 434 mortos e desaparecidos (número total entre mortos, corpos encontrados tardiamente e corpos até hoje desaparecidos), ainda que estes números possam ser triplicados por um estudo feito pelo Governo Federal, cujo levantamento detalhava ao menos 600 pessoas que não constam na relação oficial. Ainda segundo os dados da CNV, foram 6.591 militares perseguidos pela ditadura (pessoas de dentro das forças armadas que não compactuavam com o governo).

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O projeto “Brasil: Nunca Mais“, liderado pelo bispo católico Dom Paulo Evaristo Arns, Rabino Henry Sobel, e o Pastor presbiteriano Jaime Wright, contabilizou 1.918 prisioneiros políticos que atestaram ter sido torturados entre 1964 e 1979 (mas foram mais de 6 mil denúncias de tortura contabilizadas no período por outro levantamento).

Uma variedade abordagens cinematográficas que permitem compreender um pouco o Brasil pós-Revolução de 1930, que nos levou ao golpe de 1964

Memorial da Democracia
O Brasil do bi-partidarismo

Nessa série de filmes, há uma variedade abordagens que permitem compreender um pouco o Brasil pós-Revolução de 1930, que chegou ao assalto ao poder pelos latrocinas do regime de 1964. 

Confira:

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Osvaldo BertolinoJornalista, escritor e historiador


As opiniões expressas nesse artigo não refletem, necessariamente, a opinião da Diálogos do Sul

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Osvaldo Bertolino

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