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Shenzhou-12: China envia primeiros astronautas para construção de sua nova estação espacial

Os tripulantes permanecerão durante três meses no cosmos e se dedicarão a fazer tarefas de reparação, manutenção e montagem da estação especial
Redação Prensa Latina
Prensa Latina
São Paulo (SP)

Tradução:

Três astronautas da China partiram hoje na missão Shenzhou-12 para o módulo central da estação espacial, que o país começará a construir este ano e porá em total funcionamento em 2023. 

Como estava previsto, a equipe saiu ao cosmos justamente às 09:22, hora local, do centro de Jiuquan (noroeste), localizado no deserto de Gobi, confirmou a Agência de Voos Espaciais Tripulados.

Agora se espera que depois de entrar em órbita, a nave de forma automática se acople com o módulo central da estação Tianhe.

Trata-se da sétima missão tripulada na história da China e os integrantes desta são oficiais de mando e engenheiros. Dois deles sairão da nave e o terceiro esperará dentro dela.

Permanecerão durante três meses no cosmos e se dedicarão a fazer tarefas de reparação, manutenção e montagem da estação especial. A China enviou esses profissionais depois que no mês passado a nave de carga Tianzhou-2 se acoplou ao módulo central da Tianhe para entregar provisões, equipamentos e combustível.

Os tripulantes permanecerão durante três meses no cosmos e se dedicarão a fazer tarefas de reparação, manutenção e montagem da estação especial

Li Gang/Xinhua
Trata-se da sétima missão tripulada na história da China e os integrantes desta são oficiais de mando e engenheiros.

O Governo prevê em total a saída de 10 missões tripuladas para serem treinadas na montagem e na construção em órbita de naves complexas e grandes, assim como na realização de voos de longa duração perto da Terra e de experimentos em grande escala. 

A estação da China operará na órbita terrestre baixa a uma altitude entre 340 e 450 quilômetros; sua vida útil está prevista para 10 anos. No entanto, os especialistas acreditam que poderá durar mais de 15 anos com manutenção e reparações adequadas.


As opiniões expressas nesse artigo não refletem, necessariamente, a opinião da Diálogos do Sul

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