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"Sisi" de Biden fomenta alegações de que esteja sofrendo problemas de memória

“Como sabem, o presidente do México, Sisi, não queria abrir a porta para permitir o ingresso de ajuda humanitária”, afirmou o presidente dos EUA nesta quinta (8)

David Brooks
La Jornada
Nova York

Tradução:

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Nesta quinta-feira (8), o presidente Joe Biden se apresentou em um pódio na Casa Branca para declarar “minha memória está muito bem”, em referência ao informe de um promotor federal que questionou a saúde mental do presidente.

Porém, alguns minutos depois, ele mesmo provocou novas dúvidas quando respondeu perguntas de um repórter sobre a guerra em Gaza. “Como sabem, o presidente do México, Sisi, não queria abrir a porta para permitir o ingresso de ajuda humanitária”, afirmou ao explicar a pressão que ele havia imposto sobre Abdel Fattah El-Sisi, o verdadeiro presidente do Egito. 

O erro desta noite, que viralizou nas redes sociais, minou o esforço da Casa Branca de repudiar as versões do informe do promotor federal que indicavam que o presidente sofre de uma deterioração em sua memória.

David Brooks e Jim Cason | La Jornada, especial para Diálogos do Sul – Direitos reservados.
Tradução: Beatriz Cannavrava


As opiniões expressas nesse artigo não refletem, necessariamente, a opinião da Diálogos do Sul

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As opiniões expressas neste artigo não refletem, necessariamente, a opinião da Diálogos do Sul Global.

David Brooks Correspondente do La Jornada nos EUA desde 1992, é autor de vários trabalhos acadêmicos e em 1988 fundou o Programa Diálogos México-EUA, que promoveu um intercâmbio bilateral entre setores sociais nacionais desses países sobre integração econômica. Foi também pesquisador sênior e membro fundador do Centro Latino-americano de Estudos Estratégicos (CLEE), na Cidade do México.

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