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Vacinas cubanas contra Covid-19 estarão à disposição da América Latina, diz presidente Díaz-Canel

A vacina Abdala tem 92,28% de eficácia em seu esquema completo de três doses e a Soberana 02 tem 62% em duas inoculações, falta finalizar os testes com a terceira dose
Redação Prensa Latina
Prensa Latina
Havana

Tradução:

O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, disse, nesta quarta-feira (23), que as vacinas desenvolvidas por seu país contra a Covid-19 estarão à disposição das nações latino-americanas. 

Em um tuíte de resposta ao mandatário da Bolívia, Luis Arce, o chefe de Estado cubano assinalou que os cientistas da ilha se sobrepuseram aos obstáculos e “deram a maior alegria deste duro ano de epidemia e de bloqueio recrudescido”.

“A #Soberanas e a #Abdala também estarão à disposição de Nossa América”, ressaltou Díaz-Canel e enviou um abraço ao povo irmão da Bolívia.

Luis Arce havia felicitado Cuba na véspera pelos resultados obtidos nos estudos de eficácia das candidatas vacinais Abdala 92,28%, em seu esquema completo de três doses; e Soberana 02 62%, em duas inoculações.

A vacina Abdala tem 92,28% de eficácia em seu esquema completo de três doses e a Soberana 02 tem 62% em duas inoculações, falta finalizar os testes com a terceira dose

Reprodução: Facebook
O presidente cubano Miguel Díaz Canel visita centro de desenvolvimento da nova vacina contra a Covid-19

“Admirável conquista latino-americana de um país que  sofre um bloqueio criminoso há mais de seis décadas”, escreveu o presidente boliviano em sua conta no Twitter.

Na passada segunda-feira (21), a nação caribenha anunciou que Abdala, produzida pelo Centro de Engenharia Genética e Biotecnologia, alcançou 92,28% de eficácia ante o coronavirus SARS-CoV-2 e a doença causada por esse patógeno.

A notícia chegou apenas 48 horas depois que os especialistas do Instituto Finlay de Vacunas (IFV) detalhassem que seu projeto de Soberana 02 havia evidenciado 62% após duas doses (falta somar a terceira) do imunizante. 

Desta forma, Cuba conta com dois projetos que cumprem os requisitos mínimos de eficácia clínica declarados pela Organização Mundial da Saúde para se converterem em vacinas. 


As opiniões expressas nesse artigo não refletem, necessariamente, a opinião da Diálogos do Sul

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