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Associações e federações publicam manifesto responsabilizando o governo pelo descalabro sanitário e econômico

Não há outra maneira de parar com essa marcha ao abismo econômico e ao genocídio em massa que não colocando fim ao governo Bolsonaro
Paulo Cannabrava Filho
Diálogos do Sul
São Paulo (SP)

Tradução:

Metade do PIB de comércio e serviço do país, representado por associações e federações, publicou manifesto na grande imprensa responsabilizando o governo pelo descalabro sanitário e econômico que ameaça levar o país ao caos. Boa parte dos signatários participaram da conspiração que validou a farsa eleitoral de 2018, mas não importa. Errar é humano e é o momento certo para se retratar. Como? Não há outra maneira de parar com essa marcha ao abismo econômico e ao genocídio em massa que não colocando fim a este governo. 

Não há outra maneira de parar com essa marcha ao abismo econômico e ao genocídio em massa que não colocando fim ao governo Bolsonaro

Reprodução: Freepik
Impeachment pode ser a chave para crise governamental

Veja o que diz o manifesto

É necessário acabar com esse “abre e fecha” insustentável para qualquer atividade. Se os hospitais de campanha abertos no ano passado e os leitos de UTI tivessem sido mantidos, comércio e serviços não estariam pagando esta conta impagável. Se tivessem comprado vacinas no ano passado e iniciado rapidamente a imunização, estaríamos caminhando para a normalidade. A responsabilidade pelo desemprego e quebradeira de empresas é do poder público. Precisamos que os gestores públicos, em todas as instâncias, parem de fazer política à custa das empresas e empregos sob a fumaça da pandemia, e deem atenção às milhões de pessoas em situação crítica.

Repetimos… esse governo não vai fazer a lição de casa. A força econômica e política dessas entidades deve atuar como um poderoso lobby no Congresso Nacional e na Suprema Corte do país para acabar com esse governo de ocupação. Colocar uma Junta provisória para administrar a tríplice crise -sanitária, econômica e política- e presidir o processo eleitoral livre da ingerência do governo e das forças armadas.

Assista na Tv Diálogos do Sul

  

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As opiniões expressas neste artigo não refletem, necessariamente, a opinião da Diálogos do Sul do Global.
Paulo Cannabrava Filho Iniciou a carreira como repórter no jornal O Tempo, em 1957. Quatro anos depois, integrou a primeira equipe de correspondentes da Agência Prensa Latina. Hoje dirige a revista eletrônica Diálogos do Sul, inspirada no projeto Cadernos do Terceiro Mundo.

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