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Na TV, jornalista ucraniano pede extermínio de crianças e massacre de famílias russas

Fakhrudin Sharafmal citou ainda o "arquiteto do Holocausto" Adolfo Eichmann, segundo o qual matar os pais faz com que filhos se vinguem depois
Redação La Jornada
La Jornada
Cidade do México

Tradução:

Fakhrudin Sharafmal, apresentador do canal ucraniano 24 apelou na terça-feira para a “exterminação de crianças russas” e a “massacrar todas as famílias russas”, após invocar a doutrina da solução final do nazista Adolfo Eichmann, considerado o arquiteto do Holocausto durante a Segunda Guerra Mundial, informou Rússia Today.

O Comitê de Investigações da Rússia disse que avaliará o pronunciamento de Sharafmla, informou a agência Sputnik. O governo do presidente da Ucrânia, Volodymir Zelensky não teve reação alguma ao apelo do jornalista. 

Fakhrudin Sharafmal citou ainda o "arquiteto do Holocausto" Adolfo Eichmann, segundo o qual matar os pais faz com que filhos se vinguem depois

Montagem Diálogos do Sul
"É necessário matar as crianças, porque se matarmos seus pais, os filhos crescerão e se vingarão", disse o jornalista

“Já que na Rússia nos chamam de nazistas, fascistas etc., eu gostaria de citar Adolf Eichmann, o qual disse que para destruir uma nação é necessário, antes de tudo, matar as crianças. Porque se matarmos seus pais, os filhos crescerão e, definitivamente, se vingarão. Matando as crianças, nunca crescerão e a nação desaparecerá”, disse o jornalista durante uma transmissão. 

Sharafmal recordou que os militares ucranianos não podem “aniquilar as crianças russas, porque está proibido pelas regras da guerra”, assim como por algumas convenções, mas disse estar disposto a levar a cabo seu plano com as próprias mãos. 

“Eu não sou das forças armadas da Ucrânia. E quando tiver a oportunidade de eliminar os russos, definitivamente o farei. Já que me chamam nazista, estou aderindo à doutrina Adolfo Eichmann, e farei tudo o que estiver nas minhas mãos para que tanto você como seus filhos não vivam nunca nesta terra”, asseverou. 

O apresentador foi além e disse que agora não se trata de conseguir a paz, mas sim da vitória do povo ucraniano. “Necessitamos a vitória. E se tivermos que massacrar todas as suas famílias (russas) para fazê-lo, serei um dos primeiros a fazer isso.

“Espero que cada um contribua com seu aporte e mate pelo menos um ‘moskal’ [insulto étnico aos russos usado principalmente em outras nações eslavas)” concluiu.


As opiniões expressas nesse artigo não refletem, necessariamente, a opinião da Diálogos do Sul

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