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Rússia reage à OTAN e cogita construir bases militares em Cuba e Venezuela

Instalação de mísseis no "quintal dos EUA" pode fazer Organização do Tratado do Atlântico Norte reconsiderar preocupações e exigências de Moscou quanto a seus planos de expansão
Redação Pravda
Pravda
Moscou

Tradução:

Depois que a Organização do Tratado Atlântico Norte (OTAN) se recusou a negociar planos de expansão futuros com a Rússia, ficou conhecido que Moscou poderia conduzir negociações ativas sobre a implantação de armas de mísseis em Cuba e na Venezuela.

As informações sobre esses planos apareceram há várias semanas. Não há confirmação oficial de tais relatórios, mas ocorreu que o avião do Departamento Federal de Segurança da Rússia (FSB) fez várias visitas à Venezuela e a Cuba nos últimos dois dias.

De acordo com os serviços de monitoramento de voos aéreos publicamente disponíveis, uma aeronave russa Tu-154M que provavelmente pertence ao FSB da Rússia foi vista no espaço aéreo da Venezuela e Cuba nos dias 9 e 10 de janeiro, informa o site Avia.p

Ainda não se sabe quem pode estar a bordo da aeronave e para que propósito o avião visitou os dois países. Não está descartado que o lado russo possa conduzir negociações com Cuba e Venezuela sobre a oportunidade de construir bases e instalações militares russas nos dois países.

Instalação de mísseis no "quintal dos EUA" pode fazer Organização do Tratado do Atlântico Norte reconsiderar preocupações e exigências de Moscou quanto a seus planos de expansão

MILITARY REVIEW
Mais cedo, autoridades russas disseram que Moscou poderia dar uma resposta muito dura aos EUA e à OTAN

Ao mesmo tempo, os especialistas chamam a atenção para o fato de que outros departamentos devem se envolver em lidar com essas questões.

Mais cedo, autoridades russas disseram que Moscou poderia dar uma resposta muito dura aos EUA e à OTAN, caso esta última simplesmente desconsiderasse as preocupações e exigências da Rússia. Pode-se supor que a implantação de armas de mísseis russos no quintal dos EUA pode forçar Washington a ouvir o que Moscou diz.

Redação Pradva

As opiniões expressas nesse artigo não refletem, necessariamente, a opinião da Diálogos do Sul

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